Vocês atendem só em Belo Horizonte?
A Leytech fica em Belo Horizonte e atende clientes em todo o Brasil, de forma remota. A proximidade importa na fase de descoberta, e para clientes da região fazemos essa imersão presencialmente.
Qual stack vocês usam?
Depende do problema, não do nosso gosto. Trabalhamos nas duas grandes nuvens — AWS e GCP — usando os serviços gerenciados de cada uma: armazenamento e processamento (S3, Redshift e Athena na AWS; Cloud Storage e BigQuery no GCP), orquestração com Airflow ou Dagster, transformação versionada com dbt, streaming com Kinesis ou Pub/Sub, e visualização no QuickSight, Looker ou Power BI. Se você já tem uma stack, a primeira pergunta é o que dá para aproveitar antes de propor qualquer coisa nova.
Precisamos ter um data warehouse antes de chamar vocês?
Não. Boa parte dos projetos começa exatamente aí: não existe base analítica, e as decisões saem de planilhas exportadas na mão. A fase de descoberta serve para mapear de onde o dado sai hoje e o que ele precisa responder.
Quem opera a plataforma depois que o projeto acaba?
O seu time. A última fase do nosso processo é operação e handover: estabilização em produção, runbooks, SLOs e treinamento. Se você preferir que a gente siga operando, isso vira um contrato de manutenção — mas é escolha sua, não dependência criada de propósito.